UNI-RIM CENTRO MÉDICO
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A UNI-RIM

 

Em 2018 a Clínica Uni-Rim completou 30 anos de atividade no atendimento ao paciente com Doença Renal Crônica. Durante esse longo período sempre priorizamos pela qualidade dos nossos serviços, visando a prevenção das doenças renais.

Atualmente o Centro Médico oferece um atendimento multidisciplinar nas áreas de nefrologia, urologia, cirurgia vascular, cardiologia, além de profissionais de psicologia, nutrição e enfermagem.

QUEM SOMOS

 

Dr. Homero Agra
Nefrologista


Dr. Alexandre Agra
Urologista


Dr. Marcelo Agra
Cirurgião Vascular


Dr. Adriano Ducan
Nefrologista


Dr. Pedro Morais
Cardiologista

SERVIÇOS

 

É o tipo de câncer que ocorre na próstata: glândula localizada abaixo da bexiga e que envolve a uretra, canal que liga a bexiga ao orifício externo do pênis. É o câncer mais comum no homem, excetuando-se os tumores de pele. O diagnóstico é realizado por meio do exame de toque retal e o PSA – coletado no sangue do paciente. Se diagnosticado precocemente tem excelentes chances de cura. Nas fases inicias, quando a chance de cura é elevada, o câncer não costuma ocasionar sintomas, por isso é muito importante o rastreamento anual.

É importante ressaltar que um exame de PSA ou de toque retal normal não exclui a chance de câncer. Em caso de alteração de algum desses dois exames, pode ser necessária uma biópsia da próstata ou, mais recentemente, à uma Ressonância magnética.

Os fatores de risco

  • Idade > 50 anos
  • Paciente afro-descendentes
  • História familiar

Os exames solicitados após diagnósticos -> Em casos selecionados

  • Tomografia abdominal
  • Ressonância Multiparamétrica da Próstata
  • Cintilografia óssea

As opções de tratamento

  • Cirurgia – Aberta ou Vídeo-laparoscópica
  • Radioterapia Externa ou Braquiterapia
  • Vigilância Ativa

Perguntas frequentes

  • A cirurgia pode causar impotência sexual?
    • Sim. Indepentente da técnica aplicada – aberta, laparoscópica ou robótica – a cirurgia da próstata ainda apresenta uma taxa de impotência sexual de 30%. Essa taxa pode ser maior, dependendo da qualidade da ereção que o paciente já apresentava antes da cirurgia ou se o paciente tem alguma comorbidade sabidamente prejudicial à ereção, como hipertensão arterial, diabetes, tabagismo, obesidade. As demais opções terapêuticas, como radioterapia, também apresentam taxas de impotência sexual similiar à cirurgia.
  • E incontinência urinária?
    • Essa também é uma preocupação frequente do paciente e do médico. Porém com as técnicas atuais houve melhora da continência urinária, com mais de 80% dos paciente conseguindo manter a continência urinária.
  • Vasectomia pode aumentar risco de câncer?
    • Apesar de alguns estudos sugerirem tal associação, nada foi conclusivo. Até hoje, não considera-se um fator de risco para câncer de próstata o paciente ter realizado cirurgia de vasectomia.
  • A dieta pode ser prejudicial?
    • É o que vem sugerindo alguns estudos. O consumo elevado de proteína animal ou laticínios ricos em gordura pode ter uma influência no surgimento de cânceres da próstata.

Com o aumento da expectativa de vida, cada vez mais os homens se preocupam em preservar a qualidade de vida. A Doença Androgênica do Envelhecimento Masculino (DAEM), ou no popular “Andropausa”, é quando temos diminuição dos níveis de testosterona, ocasionando muitas vezes sintomas que irão prejudicar o bem-estar do homem:

  • Disfunção erétil
  • Perda de libido
  • Diminuição da disposição física
  • Perda de massa muscular
  • Depressão
  • Perda de pelos corporais

É importante salientar que nem todos os homens irão desenvolver essa queda nos níveis hormonais ou sintomas. O tratamento da DAEM é possível, mas deverá ser criterioso e seguido por profissional habilitado.

A terapia de reposição hormonal com testosterona é a forma mais utilizada no tratamento dos homens com déficit de hormônio masculino e tem como objetivo restabelecer os níveis normais do hormônio masculino e diminuir os sintomas relacionados. A reposição de testosterona deve seguir certos cuidados, e necessita de um acompanhamento médico regular, além de exames periódicos, para a manutenção de concentrações fisiológicas de testosterona no sangue.

Para o tratamento dispomos de diversas opções e fórmulas, que devem ser discutidas entre o médico e o paciente. As melhores opções, atualmente, são as formas injetáveis ou transdérmicas.

É importante realçar que a reposição de testosterona no homem idoso é um compromisso para toda a vida e, embora trague benefícios, deve ter um acompanhamento com seu urologista continuamente.

Ingerir no mínimo de 2,5 a 3,0 Litros de líquidos por dia

  • Quais líquidos são permitidos além da água?
    • Suco de frutas natural, chá de ervas (camomila, erva-doce, cidreira, hortelã) ao natural ou com adoçante. Refrigerantes e sucos artificiais devem ser evitados.

Usar pouco sal no preparo dos alimentos e evitar os que já são salgados

  • Prefira temperos naturais para dar sabor à comida: alho, cebola, salsinha, cebolinha, coentro, limão ou outros de sua preferência
  • Evitar alimentos que naturalmente já vêm carregados de sal

Evite proteínas em excesso, principalmente as de origem animal

  • Para adequar a quantidade de proteínas da dieta às suas necessidades diárias procure uma nutricionista.
  • Prefira carnes magras, peixe ou frango sem pele

Consuma de 4 a 5 porções de leite ou seus derivados

  • Estudos já comprovaram que pacientes com cálculo não precisam fazer dieta pobre em cálcio. Pelo contrário, quem ingere quantidades baixas de cálcio tem maior predisposição a formar pedras, mas o excesso de cálcio também deve ser evitado.
  • Você pode substituir o leite por derivados como queijo branco com pouco sal, ricota, iogurtes, coalhadas.

Beba pelo menos 2 copos de suco de frutas natural por dia

  • As frutas, principalmente as cítricas (laranja, tangerina, limão, melão), contêm uma grande quantidade de citrato, que protege o rim contra a formação de cálculos. No suco são usadas maiores quantidades da fruta para seu preparo, aumentando assim a concentração de citrato.
  • Não consuma sucos artificiais ou refrigerantes!

Ingerir verduras de folha no almoço e jantar

  • As verduras contêm vitaminas, sais minerais e fibras que auxiliam no bom funcionamento intestinal, além de prevenir doenças como o cálculo renal.

Coma com moderação: café, bebidas achocolatadas, chá preto, mate ou verde, chocolate, espinafre, beterraba, nozes, amendoim, mariscos e frutos do mar.

  • Esses alimentos são ricos em oxalato, substância que favorece a formação de cálculos quando em excesso.
  • O tomate, ao contrário do que muitas pessoas pensam, tem pouca quantidade de oxalato e pode ser consumido por pessoas com cálculos.

Evite tomar suplementos vitamínicos sem a orientação de um médico

  • O excesso de algumas vitaminas (C e D) pode levar a formação de cálculos. Portanto, não use sem a orientação de um médico.

Observação: as informações contidas aqui são um mero exemplo das medidas a serem seguidas pelo paciente. Recomenda-se o acompanhamento com nutricionista

A hiperplasia prostática benigna (HPB), também popularmente conhecido como inchaço da próstata, é uma condição muito prevalente entre os homens. Essa alteração apresenta relação direta com o envelhecimento, presença de hormônios sexuais e genética. É progressivo e inicialmente apresenta poucos sintomas. Cerca de 50% dos indivíduos acima de 50 anos terão HPB. Se diagnosticado cedo, a doença tem melhores chances de estabilizar, evitando o desenvolvimento de falência vesical, infecções, formações de cálculos vesicais, insuficiência renal.

Embora tenha alta prevalência, nem todos os portadores de HPB apresentam sintomas clínicos.  Cerca de metade dos pacientes apresentará alguma queixa decorrente dessa doença.

O crescimento da próstata causa a obstrução na saída da bexiga, que leva sintomas urinários obstrutivos e irritativos:

  • redução do trato urinário
  • esforço para iniciar a micção
  • gotejamento terminal
  • micção intermitente
  • sensação de esvaziamento incompleto da bexiga
  • necessidade de urinar várias vezes à noite.

O urologista avalia a gravidade da doença, analisando o impacto na qualidade de vida do paciente. Além do diagnóstico clínico, podemos utilizar alguns métodos para avaliação complementar, como ecografia, exames laboratoriais e urofluxometria. Assim é possível obter uma avaliação do paciente, auxiliando na escolha do melhor tratamento para cada caso.

Atualmente, diversas opções de tratamento estão disponíveis, desde modificações dos hábitos de vida até procedimentos cirúrgicos invasivos. A escolha do melhor tratamento é realizada individualmente.

Inicialmente, além de mudanças de hábito de vida, deve-se avaliar o uso de medicamentos. Esses são capazes de relaxar a saída da bexiga, reduzir o tamanho da próstata e inibir as contrações exageradas da bexiga. A escolha da medicação depende de vários fatores, sendo que, em determinadas situações, faz-se necessário o uso de mais de um remédio.

A resposta ao tratamento clínico deve ser avaliada e na falha dessa abordagem ou em caso de recusa do paciente, existem procedimentos cirúrgicos que visam a desobstruir a saída da bexiga, permitindo um fluxo urinário facilitado e consequente melhoria dos sintomas. Esses procedimentos estão cada vez mais avançados e menos invasivos, diminuindo a dor pós-operatória e permitindo ao paciente uma rápida recuperação e retorno às atividades.

As doenças da bexiga são um dos principiais motivos que levam a procura de um urologista. Essas patologias afetam tanto homens como mulheres. Dentre elas, temos as de causa orgânica como tumores, infecções, cálculos, hiperplasia prostática benigna (HPB). Também podemos destacar aqueles problemas de origem fisiológica da bexiga, tais quais bexiga neurogênica, hiperatividade detrusora – quando o músculo da bexiga se contrai de forma involuntária e não coordenada.

Para o diagnóstico e para o auxílio no tratamento dessas patologias, podemos lançar mão de um valioso exame: a Urodinâmica. Mas o que é a urodinâmica? Poderíamos chama-la de o “eletrocardiograma” da bexiga, pois ela estuda as atividades elétricas da bexiga sob condições artificias de enchimento e esvaziamento. Quando um paciente apresenta algum tipo de disfunção miccional, o melhor exame capaz de avaliar o funcionamento do trato urinário inferior (bexiga e uretra) é a URODINÂMICA.

O exame pode ser realizado no consultório médico, sem necessidade de anestesia geral. É um exame simples, mas de enorme relevância. Leva entre 20 a 40 minutos para ser realizado. Ele consiste na introdução de uma pequena sonda pela uretra sob anestesia local. A introdução dessa sonda é praticamente indolor, pois é fina, não causando mais que uma pequena cólica durante a introdução – menos do que aquela cólica da infecção urinária.

O exame, dessa forma, é feito em três fases. Incialmente o paciente deve urinar, tal como já faz em casa. Assim podemos avaliar o jato urinário – informação de extrema relevância em homens com próstata aumentada. Após inicia-se o enchimento da bexiga, de maneira artificial com água ou soro fisiológico. Durante essa fase o médico e o paciente devem interagir constantemente sobre o que está acontecendo, se há desconforto, vontade de urinar, urgência, dor. Também é pedido ao paciente tossir, fazer força com o abdômen. Essa fase do exame irá mostrar o médico informações muito importantes de como a bexiga do paciente se comporta durante o enchimento, mostrando contrações involuntárias, aumento na pressão no interior da bexiga, perda de urina – sinais que não deveriam existir em situações normais. Após, quando o paciente atingir a capacidade máxima, é pedido que urine novamente, assim podemos avaliar as condições miccionais e diagnosticar obstruções infra-vesical, dissinergia vesico-esfincteriana (que é quando a bexiga contrai, mas não há relaxamento da uretra), hipocontratilidade detrusora (musculatura da bexiga enfraquecida).

A urodinâmia, assim é uma ferramenta importantíssima para o correto diagnóstico e para a correta conduta a ser tomada pelo médico.
De modo geral, está indicada para:

  • Paciente idosos que realizarão cirurgia por aumento da próstata;
  • Mulheres com sintomas de bexiga hiperativa e/ou incontinência urinaria, principalmente se já falharam no tratamento empírico;
  • Pacientes com doenças neurológicas e sintomas urinários associados;
  • Falha na terapia cirúrgica já realizada;
  • Sempre que houver dúvidas no diagnóstico!

O que é Vasectomia?

A vasectomia é um procedimento cirúrgico para o sexo masculino com o objetivo de esterilização e planejamento familiar. É um procedimento ambulatorial e as incisões são pequenas. Não causam maiores desconfortos ao paciente e o homem pode retornar as suas atividades cotidianas no dia seguinte.

A cirurgia

A vasectomia é feita com anestésico local. Realiza-se incisões laterais na bolsa escrotal que permitem ao cirurgião trazer cada vaso deferente à superfície incisada. Os canais deferentes são cortados, separados, em seguida amarrados e cauterização, impedindo a passagem dos espermatozoides. O procedimento é rápido, geralmente levando cerca de uma hora para ser realizada.

Eficácia como controle de natalidade

As taxas de insucesso final após a vasectomia é de cerca de um em 2000 vasectomizados, sendo considerado melhor do que ligaduras tubárias que apresenta taxa de falha de um em cada 200 a 300 casos.

Complicações

Possíveis complicações de curto prazo incluem infecção, hematomas e sangramento resultando em uma coleção de sangue conhecido como hematoma. A principal complicação a longo prazo é a síndrome de dor pós-vasectomia.

O que você precisa saber?

  • Vasectomia não faz mal
  • Vasectomia não engorda
  • Vasectomia não causa câncer
  • Vasectomia não diminui a libido (desejo sexual) e nem causa impotência sexual
  • A vasectomia não leva à diminuição dos testículos ou do pênis
  • A parceira pode engravidar logo após a vasectomia

Mas, uma vez feito o exame de espermograma e confirmada a ausência de espermatozoides, o paciente está apto a ter atividade sexual sem necessidade de métodos anticoncepcionais.

Hemodiálise é um procedimento o qual pacientes com doença renal terminal podem necessitar, uma vez que seus rins já não conseguem mais desempenhar suas funções. Através de sessões, uma máquina limpa e filtra o sangue, ou seja, faz parte do trabalho que o rim doente não pode fazer. O procedimento libera o corpo dos resíduos prejudiciais à saúde, como o excesso de sal e de líquidos. Também controla a pressão arterial e ajuda o corpo a manter o equilíbrio de substâncias como sódio, potássio, uréia e creatinina.

A Clínica de Hemodiálise da Uni-Rim atende a região do Vale do Rio Pardo e a região Carbonífera, totalizando 15 municípios

  • Santa Cruz do Sul, Rio Pardo, Candelária, Vera Cruz, Sinimbú, Vale do Sol, Pantano Grande, Herverias e Gramado Xavier
  • São Jeronimo, Charqueadas, Minas do Leão, Butiá, General Camara, Arroio dos Ratos

Esse atendimento na área de nefrologia, através do SUS e demais convênios, visa a prevenção e o tratamento das doenças renais.

Informações: https://sbn.org.br/publico/tratatamentos/hemodialise/

A Doença Renal Crônica (DRC) é uma síndrome clínica definida pela presença de lesão renal quando existe uma perda de proteína na urina associada a perda progressiva da função renal detectada pelo aumento da creatinina no sangue. Estas alterações devem estar presentes por mais de 3 meses. Os principais fatores de risco para DRC são a HIPERTENSÃO ARTERIRAL e a DIABETE MELITTUS.

A DRC tem 5 fases de desenvolvimento e até mesmo em fases mais avançadas o paciente pode não apresentar sintomas ou sinais que chamem a atenção para doença renal. Os sintomas mais comuns, são pouco específicos para o problema, sendo eles:

  • Cansaço crônico
  • Falta de apetite
  • Náuseas pela manhã
  • Câimbras
  • Falta de ar
  • Edema (inchaço) nas pernas

Por isto é necessário acompanhamento com o nefrologista e exames de prevenção como a dosagem de CREATININA no sangue e a PROTEINA na urina

Informações: https://sbn.org.br/publico/tratatamentos/hemodialise/

Em construção...
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